“Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido.”
SENHOR JESUS CRISTO, Lucas 12:2


domingo, outubro 07, 2007

O Holocausto de Dresden


Na 2ª Guerra Mundial, não há nenhum critério objetivo que pudesse deixar de fora como crimes contra a humanidade e genocídio, o uso das bombas nucleares em Hiroshima e Nagasaki, o bombardeamento de Dresden ou as violações maciças de mulheres alemãs que os soldados russos fizeram - tudo atos essencialmente contra a população civil. Se se quer encher a boca com boas palavras sobre uma justiça para todos, então na II Guerra Mundial houve crimes de guerra cometidos pelos aliados e homens como Churchill e Truman têm responsabilidades nesses crimes, já sem referir Stalin.
A Segunda Guerra Mundial estava no fim. Em 1945 Dresden não era nenhum ponto militar. Não existiam bases militares em Dresden, não era nenhum local estratégico, não existia indústria pesada, não tinha defesas aéreas, não tinha centros de comunicação importantes. Dresden era uma das mais bonitas cidades da Europa e das que tinha maior índice cultural do Velho Continente. Esta cidade era até conhecida como cidade dos refugiados e tinha sido declarada cidade hospital para os feridos da guerra. Dresden era uma das mais belas cidades da Alemanha, a capital da Saxônia era conhecida pela "Florença do Elba" devido à sua mundialmente famosa arquitetura Barroca. A economia de Dresden era sustentada, em tempo de paz, pelos seus teatros, museus, instituições culturais e indústrias artesanais, nomeadamente a cerâmica.
A sua população residente e permanente era de 630.000 pessoas, mas naquela altura a cidade estava a abarrotar de refugiados provenientes de todo o Leste mas principalmente da Prússia e da Silesia de onde fugiam aterrorizadas pelas crueldades cometidas pelos bárbaros soldados soviéticos que a isso eram incitados pelo demônio da propaganda Stalinista, o judeu Ilja Ehrenburg. Este dirigente soviético em campanhas maciças nas rádios e através de milhões de panfletos repetia constantemente perante os soldados vermelhos: "Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. Nem os que estão vivos nem os que ainda não nasceram" ou então "se vocês, um dia, não tiverem matado pelo menos um alemão(ã) , então vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética ". Churchill nas suas memórias citava o judeu Ehrenburg, na sua proclamação ao Exército bolchevista: "Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança. Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destruí, bravos e aguerridos soldados do Exército Vermelho".


Nesta altura os Aliados já sabiam que a Alemanha tinha perdido a guerra. Ninguém que tivesse capacidade de decisão - civil ou militar- acreditava que a Alemanha pudesse resistir, muito menos atacar, as forças Aliadas. O próprio Churchill queria pelo menos duas cidades destruídas a cada mês que passasse - até que não restasse nenhuma! O bombardeamento de Dresden só poderia ser entendido como um ato premeditado de assassínio em massa.
Assim, a 13 e 14 de Fevereiro de 1945 perto de 1200 bombardeiros Aliados (principalmente americanos e ingleses), seguidos de centenas de caças "bullet-spiting" levaram a cabo um triplo 'raid' aéreo em Dresden. O código de guerra dado a este bombardeamento foi "Clarion". O primeiro ataque dos bombardeiros começou a cair às 10 horas do dia 13 largando bombas explosivas na parte velha da cidade para destruir os telhados dos edifícios preparando assim o ataque com engenhos incendiários. O ataque seguinte trouxe o inferno transformando o centro da cidade - numa área com 3 milhas de comprimento e 2 de largura - num oceano de chamas. A temperatura do ar atingia os 1100 graus Fahrenheit. Os ventos fortes que se faziam sentir ajudaram á propagação instantânea das chamas. Centenas de milhar de pessoas eram queimadas vivas desde o primeiro ataque e continuariam a morrer até ao terceiro.


Alguns dados sobre os bombardeamentos foram tornados públicos mais tarde:

- O fumaça que saía da cidade via-se a 50 milhas de distância e a 15.000 pés de altitude.
- Mais de três terços de Dresden ficou completamente destruída em 14 horas de ataques.
- 24.866 casas desapareceram.
- 35.000 corpos foram mais tarde identificados.
- Perto de 500.000 corpos estavam irreconhecíveis, transformados numa massa amarela derretida nas ruas.
Um jornal na altura contabilizou desta maneira os mortos que não foram identificados:
- 37.000 crianças.
- 46.000 jovens em idade escolar.
- 55.000 hospitalizados, incluindo médicos, enfermeiros e pessoal hospitalar.
- 12.000 pertencentes a equipas de salvamento.
- 330.000 descritos simplesmente como "homens e mulheres".



O pedágio da morte estava desconcertando. A extensão cheia do Holocausto em Dresden pode mais prontamente ser contada perdas que vão de 250.000 até 500000 pessoas morreram dentro de um período de 14 horas, visto que estimativas daqueles que morreram na escala de Hiroshima e de Nagazaki foram de 90.000 a 140.000.
As desculpas dos aliados para o massacre têm Dresden "frequentemente comparado" com a cidade inglesa de Coventry. Mas os 380 mortos em Coventry durante a guerra inteira não podem começar a comparar com as 1.000 vezes mais que numeram quem foi massacrado em 14 horas em Dresden. Além disso, Coventry era um centro de munições, um alvo militar legítimo. Dresden, na outra mão, somente tinha produzido cigarros e remédios -- e os copos e os talheres podem mal ser considerados ferragem militar!
Este não é dizer que as montanhas dos corpos deixados em Dresden estiveram ignoradas pelo tribunal de Nuremberg. Em um ironia final, o promotores apresentaram fotografias dos mortos de Dresden como a "evidência" das atrocidades nazistas contra os judeus nos campos de concentração!


26 comentários:

Anônimo disse...

Você chama de ironia, eu chamo de maquiavelismo!

Raça de víboras!

Anônimo disse...

assassinos!

Lvx disse...

Judeus imundos! Que bom seria o mundo hoje se o Holocausto judaico tivesse realmente acontecido!

Irving, David disse...

uma belissima cidade transformada em cinzas, uma geração inteira assassinada. a palavra Holocausto vem do grego, significa morrer sob fogo, ser cremado, algo q aconteceu com o povo desta cidade, a ironia nao para por aí...

Anônimo disse...

OS CRIADORES DOS INFORTÚNIOS DO MUNDO

por Joseph Goebbels

(Título original: "Die Urheber des Unglücks der Welt", Das Reich, 21/01/1945)

Não se consegue perceber esta guerra se não se tiver sempre em mente o fato que o Judaísmo Internacional está por detrás de todas forças anti-naturais que os nossos inimigos unidos usam para tentar enganar o mundo e manter a humanidade no escuro. É por assim dizer o morteiro que mantém firmemente unida a coligação inimiga, apesar das suas diferenças de classe, ideologia e interesses. Capitalismo e Bolchevismo têm as mesmas raízes judias, dois ramos da mesma árvore que no fim carregam o mesmo fruto.
O Judaísmo Internacional usa ambos à sua maneira para suprimir as nações e mantê-las ao seu serviço.
Quão profunda é a sua influência na opinião pública em todos os países inimigos e muitas nações neltras. É fácil de ver que nunca será nomeada nos jornais, discursos e transmissões de rádio. Há uma lei na União Soviética que pune o anti-semitimo - ou em português claro, educação pública sobre a Questão Judaica - com a morte. O perito nestes assuntos não fica surpreso que o porta-voz principal do Kremlin dissesse no Ano Novo que a União Soviética não descansaria até que esta lei fosse válida em todo o mundo. Por outras palavras, o inimigo diz claramente que o seu objetivo nesta guerra é colocar o domínio total do Judaísmo sobre as nações da terra sob proteção legal, e ameaçar até a discussão desta vergonhosa tentativa com a pena de morte.
É um pouco diferente nas nações plutocráticas. Aí a luta contra a imprudente usurpação da raça Judia não é punida pelo carrasco, mas pela morte através do boicote econômico e social e pelo terror intelectual. No fim o efeito é o mesmo. Stalin, Churchill e Roosevelt foram feitos pelo Judaísmo. Gozam do seu inteiro apoio e recompensam com a sua total protecção.
Apresentam-se a si próprios nos seus discursos como homens íntegros de coragem, no entanto ninguém escuta uma palavra contra os Judeus, mesmo pensando que existe um ódio crescente no meio dos seus povos resultante desta guerra que é plenamente justificado. O Judaísmo é um tema tabu nos países inimigos. Está de fora de toda a fronteira legal tornado-se assim o tirano nos países hospedeiros. Enquanto os soldados inimigos lutam, sangram e morrem na frente, os Judeus fazem dinheiro do seu sacrifício no mercado de ações e mercados negros. Se um homem corajoso decide avançar e acusar os Judeus dos seus crimes, será gozado e cuspido pela imprensa, expulso do emprego ou de outro modo empobrecido e sujeito ao despeito público. Até isso aparentemente não é suficiente para os Judeus. Querem trazer as condições soviéticas para o mundo inteiro: dar ao Judaísmo o poder absoluto e liberdade de perseguir. Quem objeta ou debate o assunto apanha uma bala na nuca ou um machado no pescoço. Não há pior tirania que esta. Esta é o epítome do público e a desgraça secreta que o Judaísmo inflige em nações que merecem liberdadae.
Isto está há muito para trás de nós. No entanto ameaça-nos à distância. Nós em verdade, quebramos o poder dos Judeus no Reich, mas eles não desistiram. Não descansarão enquanto não mobilizarem o mundo inteiro contra nós. Uma vez que não podem conquistar a Alemanha por dentro, querem tentá-lo do exterior. Todo soldado Russo, Inglês e Americano é um mercenário da conspiração mundial desta raça parasita. Dado o corrente estado da guerra, quem pode ainda acreditar que eles estão lutando e morrendo na frente pelos interesses nacionais dos seus países? As nações querem uma paz decente, mas os Judeus são contra ela. Eles sabem que o fim da guerra significaria o despertar do conhecimento da humanidade do doentio papel que o Judaísmo Internacional jogou ao preparar e levar a cabo esta guerra. Temem ser desmascarados, o que de fato se tornou inevitável como inevitável o dia seguir-se à noite. Isso explica os seus enraivecidos surtos de ódio contra nós, que são somente o resultado do seu receio e do seu sentimento de inferioridade. São gananciosos, e isso torna-os desconfiados. O Judaísmo Internacional não conseguirá virar esta guerra em seu proveito. As coisas foram já longe de mais. Virá a hora na qual todos os povos da terra despertarão, e os Judeus serão as vítimas. Aqui, também, as coisas só poderão ir tão longe.
É um velho método muito usado pelo Judaismo Internacional para desacreditar a educação e conhecimento sobre a sua natureza corrupta, dependendo portanto da fraqueza dos povos que fácilmente confundem causa com efeito. Os Judeus são mestres em manipular a opinião pública, que eles dominam através da sua rede de agências noticiosas e interesses de imprensa que atingem todo o mundo. A triste ilusão de uma imprensa livre é um dos métodos que usam para estupidificar os publicos de terras inimigas. Se a imprensa inimiga é tão livre como o pretende ser, que tome uma posição clara pró ou contra a Questão Judaica. Tal não será feito porque ela não o pode nem é capaz de o fazer. Os Judeus adoram gozar e criticar tudo exceto a eles mesmo, embora toda a gente saiba do que eles estão mais necessitados é de critica pública. Aqui é também onde a chamada liberdade de imprensa nos países inimigos acaba. Jornais, parlamentos, homens de estado e líderes religiosos devem calar-se. Crimes e vícios, podridão e corrupção são cobertos pelo cobertor do amor. Os Judeus têm o controle total da opinião pública nos países inimigos, e quem o detém é também senhor de toda a vida pública. As nações que têm que aceitar tal condição são dignas de pena. Os Judeus enganam-as, levando-as a acreditar que a nação Alemã é retrógada. O nosso alegado retrocesso é prova atual do nosso progresso.
Reconhecemos os Judeus como um perigo nacional e internacional e deste conhecimento foram tiradas compulsivas conclusões. Este conhecimento Alemão tornar-se-à o conhecimento do mundo no fim desta guerra. Pensamos que o nosso primeiro dever é fazer tudo ao nosso alcance para que isso aconteça.
A humanidade afundar-se-ia na escuridão eterna, se caísse neste triste e primitivo estado, se os Judeus ganhassem esta guerra. Eles são a encarnação da força destrutiva que nestes terríveis anos guiou a liderança de guerra do inimigo numa luta contra tudo o que vemos como nobre, belo e digno de manter. Por essa razão apenas os Judeus odeiam-nos. Eles desprezam a nossa cultura e saber, que eles apercebem que se sobrepõe à sua visão nomade do mundo. Eles temem os nossos padrões economicos e sociais, que não deixam lugar para os seus golpes parasitas. Eles são o inimigo da nossa ordem doméstica, que excluiu as suas tendências anarquistas. A Alemanha é a primeira nação do mundo que está completamente livre de Judeus. Essa é a causa primeira do seu equilíbrio politico e económico. Desde a sua expulsão do corpo nacional da Alemanha tornou-se impossível para eles sacudir este equilíbrio do interior, eles lideram as nações que enganaram em batalha contra nós desde o exterior. Para eles está correto, de fato é parte do seu plano, que a Europa no processo perca uma larga parte dos seus valores culturais. Os Judeus não fizeram parte da sua criação. Não os percebem. Um profundo sentimento racial diz-lhes que as alturas da atividade criativa humana estando para sempre para lá do seu alcance, devem-nas atacar hoje com ódio. Não está distante o dia em que as nações da Europa, sim, até aquelas do mundo inteiro, gritarão: Os Judeus são culpados por todos os nossos infortúnios! Devem ser chamados a prestar contas, por inteiro!
O Judaísmo Internacional está pronto com o seu alibi. Tal como durante o grande desmascaramento na Alemanha, tentarão parecer inocentes e dizer que era necessário um bode espiatório, e que eles é que o são. Mas isso não os ajudará mais, tal como não os ajudou durante a revolução Nacional Socialista. A prova da sua guilda histórica, em detalhes grandes e pequenos, é tão clara que eles não a poderão negar mesmo com as mais inteligentes mentiras e hipocrisia. Quem é que leva os Russos, os Ingleses e os Americanos a combater e sacrificar largos números de vidas humanas numa luta sem esperança contra o povo Alemão? Os Judeus! Os seus jornais, emissoras de rádio espalham canções de guerra enquanto as nações que eles enganaram são levadas à matança. Quem é que inventa novos planos de ódio e destruição contra nós todos os dias, fazendo desta guerra um caso horroroso de auto-mutilação e auto-destruição da vida Europeia e da sua economia, educação e cultura? Os Judeus! Quem idealizou o casamento anti-natural entre a Inglaterra e os EUA de um lado e o Bolchevismo do outro, construindo-o e avaramente assegurando a sua continuação? Quem cobre as mais perversas situações políticas com cínica hipocrisia, tremendo de medo que um novo caminho possa levar as nações a perceber as verdadeiras causas desta terrível catástrofe humana? Os Judeus, só os Judeus! Chamam-se Morgenthau e Lehmann e estão por detrás de Roosevelt como um auto-intitulado poder cerebral. São chamados Mechett e Sasoon e servem como sacos de dinheiro de Churchill e seus mandaretes. Chamam-se Kaganovitsch e Ehrenburg e são os porta vozes intelectuais de Stalin. Onde quer que se olhe vêem-se Judeus. Marcham como comissários políticos atrás do exército vermeho e organizam assassínios e terror nas áreas conquistadfas pelos Soviéticos. Sentam-se por detrás das linhas em Paris e Bruxelas, Roma e Atenas e enfeitam-se com a pele das infelizes nações caídas debaixo do seu poder.
Esta é a verdade. Não pode ser negada por mais tempo, particularmente desde que na sua ébria alegria de poder e vitória os Judeus esqueceram-se da sua cuidadosamente mantida discrição e agora aparecem nos holofotes da opinião pública. Já não se preocupam, aparentemente acreditando não ser necessário, que a sua hora chegou. E este é o seu erro, que sempre cometem quando se acham próximo do seu objetivo de domínio anónimo do mundo. Através da história das nações, sempre que se desenrola esta trágica situação, a providência encarrega-se que os Judeus se tornem nos coveiros das suas próprias esperanças. Eles não destroem os povos saudáveis, ao contrário, os ferrões de efeitos parasiticos levam a que se perceba o perigo eminente e conduz aos maiores sacrifícios para os vencer. De uma certa maneira, eles tornaram-se nesse poder que só quer o mal mas cria o bem. Desta vez será o mesmo.
O fato da nação Alemã ter sido a primeira a reconhecer este perigo e a expeli-lo do seu organismo é prova dos seus instintos saudáveis. Portanto tornou-se a líder de uma luta mundial cujo resultado determinará o destino e o futuro do Judaísmo Internacional. Observamos com calma as tiradas de ódio e vingança do Velho Testamento dos Judeus ao longo do mundo contra nós.
São apenas a prova que estamos no caminho certo. Não conseguem perturbar-nos. Os olhamos com soberano desprezo e lembramo-nos que estas erupções de ódio e vingança eram acontecimentos do dia-a-dia na Alemanha até ao fatídico dia para o Judaísmo Internacional, 30 de Janeiro 1933, quando a revolução mundial contra os Judeus que os ameaçava não só na Alemanha, mas nas outras nações, começou.
Ela não parará até atingir o seu objetivo. A verdade não pode ser detida por mentiras ou força. Ela passará. Os Judeus encontraraão a sua Canaã no fim desta guerra. Não a Europa, que eles perderão. Podem rir-se hoje desta profecia, mas riram-se tantas vezes no passado,e de um momento para o outro vão parar de rir, tarde ou cedo. Não apenas sabemos precisamente o que queremos, como sabemos precisamente o que não queremos. As nações enganadas da Terra podem ainda não ter o conhecimento que necessitam, mas vamos levá-lo a elas. Como é que os Judeus nos deterão ? Eles acreditam que o seu poder assenta em fundações seguras, mas reside em pés de barro. Um golpe forte e cairá, enterrando os criadores dos infortúnios do mundo nas suas ruínas.

Anônimo disse...

engraçado eh o sr. Churchill e todo seu apoio a besta vermelha do Stalin no assassinato de civis inocentes alemães

Anônimo disse...

Judaísmo eh doença de espírito, não uma religiao

14 88

ISRAELIXO disse...

este site tb eh mto bom
http://www.israelixo.jeeran.com/

ISRAEL EH LIXO

Anônimo disse...

mais um revinazista. poluindo a internet com sua retórica racista

Anônimo disse...

HOLOCAU$TO!

integralista disse...

SIEG HEIL!

Anônimo disse...

esse verdadeiro genocidio de alemaes ngm divulga pq será? hehehehe

Flávio Rütschuller disse...

Todos os seres com real inteligência sabem da verdade, que não é contada pela massa imbecil e manipulada, holocausto judeu? Grande piada! Veja o verdadeiro holocausto realizado por esses facínoras aliados. Nunca se esqueçam de Dresden! Pois alí estava a real verdade sobre a crueldade na segunda guerra!

Abraço a todos!

Anônimo disse...

A destruição de Hiroshima, embora tenha causado mais de 100.000 vítimas, não pode ser ocultada, pelo fato de ter ocorrido em razão da explosão da primeira bomba atômica.
Mas, nada se fala da destruição das cidades alemâs, com o Dresden, Hamburgo, Colônia e outras dezenas delas e da morte de milhões de pessoas carbonizadas, sem chance de fuga.
O horror das cenas de hiroshima é grande, mas, não compara com o horror ds montanhas de concreto e ferro retorcidos salpicadas de cadáveres carbonizados de velhos, mulheres e crianças.
Não existe a mínima dúvida de que fotos de montes de cadáveres de alemães foram publicadas como sendo de judeus mortos pelos alemães nas inexistentes cãmaras de gás.
Todavia, acredito que o povo judeu ou alemão também são vítimas da mentira engendrada. Esses dois
povos acreditam sinceramente que houve a matança de 6.000.000 de judeus nas cãmaras de gás.
Foram os líderes que engendraram o teatro, para vantagens pessoais.
Hoje, os alemães se envergonham daquilo que não fizeram e os judeus puderam criar um estado, assassinando palestinos, sem que ninguém os culpe por isso, pois, o mundo os vê como vítimas não julga seus atos.
O normal seria os alemães negarem o holocausto e não admitirem sua existência, ou então, procurarem esclarecer melhor os fatos, para sua própria honra, o que não poderia, em nenhuma hipótese ser considerado crime, mas patriotismo.
É incomum a ânsia dos dirigentes alemãos procurarem manter essa mentira ao ponto de chegarem ao cúmulo de taxar de criminoso qualqer alemão que diga que os alemães nunca exterminaram judeus em câmaras de gás.
Essa atitude dos dirigentes alemãos é muitíssimo suspeita.
Vocêm viram o desespero da Angela
Merkel quando o Padre Inglês falou a verdade.
Agora, o Papa, a igreja católica, que decepção.
Porque é pecado não acreditar que não existiram câmaras de gás?
O que isso tem que ver com a fé católica?
O papa é alemão, e como quase todo alemão tem mêdo.
Se o padre Inglês tivesse dito que Jesus Cristo não é filho de Deus, a indignação não teria sido tanta e a imprensa não faria tanto estardalhaço O papa ficaria quieto e não se pronunciaria e os trouxas dos argentinos não o teriam expulsado de seu território.
Agora, os argentinos hein?, fizeram papel de cães de guarda dos judeus.
Que mundo em que nós vivemos!

Anônimo disse...

Amigo, o tal padre inglês no começo foi macho, mas tocou na corda fina no final, o mais duro que cagou foi água ao pedir desculpas pelas pessoas que sofreram com o episódio. A imprensa correu para noticiar o pedido de desculpas, mas, o padre, na verdade, não mudou de opinião, apenas se desculpou pelos eventuais danos de sua opinião, sem mudá-la, todavia a imprensa procurou fazer os telespectadores acreditarem que o padre havia mudado de opinião. No momento do pedido de desculpas ele estava com a maior cara de bundão. Foi pressão do Papa, que por sua vez foi pressionado pela ângela merkel (não vale a pena escrever o nome com letra maiúscula), que havia sido pressionada pelo rabinato de Israel. Agora, essa sua comparação de que se o padre tivesse negado que Jesus Cristo foi (ou é) filho de Deus não teria tanta repercussão veio a calhar. Realmente, se o padre tivesse dito isso, o papa não teria se importado tanto e os argentinos não teriam expulsado o tal padre de seu território. Como se pode ver, para esse papa, vale mais acreditar no holocausto do que na própria santidade de Jesus.
Não duvido que o próximo papa católico vai ser um judeu (quando digo judeu estou dizendo alguém que pratique a religião do Judaísmo).
Argentinos, criem vergonha! Não foi esse padreco que deu a maior surra em vocês na guerra das malvinas. Expulsem do seu território, se tiverem coragem, durante uma improvável mas possível visita, a dama de ferro, Margareth Tlatcher (ela ainda é viva?), ela sim, bateu na cara de vocês sem dó nem piedade.

Anônimo disse...

Vocês já perceberam que sempre existe unzinho ou umazinha que entra no meio do papo e fica taxando de racista, anti semita ou anti sionista aqueles que questionam a existência do holocausto ou a sua extensão.
Questionar fatos não é racismo. Até mesmo judeus, embora não muitos, cidadãos que vivem em Israel, não acreditam nisso e alguns até chegam a publicar suas opiniões. Seriam eles anti semitas? Claro que não, são apenas estudiosos de história sérios e com certeza nada tem contra os semitas. Outra coisa. Os árabes também são semitas, ou seja, descedentes de Sem, filho de Noé. Os árabes são descendentes de Abraão, pois são filhos de Ismael que era filho de Abraão e da escrava Agar. os judeus são descendentes de Isac, irmão de ismael. Ambos os povos são semitas. Então, ser anti semita é ser contra tanto dos árabes quanto dos judeus. Com certeza esses ignorantes pensam que apenas os judeus são semitas.
Bem, para finalizar, se negar a extensão do holocausto é racismo contra os Judeus, então, negar que o general Custer matou 100.000 peles vermelhas, mas apenas 50.000 é racismo contra os peles vermelhas da américa do norte; negar que o conde D,Eu matou milhares de paraguaios, a soldo da Inglaterra, é crime de racismo contra os paraguaios e afirmar que a grande maioria dos fazendeiros brasileiros, na época do império, tratava seus escravos com urbanidade e cuidava deles como se fossem seus filhos, a ponto de serem convidados para padrinhos de batismo da maioria dos filhos dos escravos, é praticar crime de racismo contra os negros.
Esse desespero de impedir que se toque no assunto não passa de receio de que a verdade venha à tona. Quanto mais eles esperneam mais a verdade fica evidente.

Anônimo disse...

A história dos hebreus ou Judeus começa com uma trama indecente.
O velho Isac tinha dois filhos, Esaú e Jacó. Esaú era o mais velho, o primogênito e Jacó, também conhecido como Israel, que foi o patriarca, ou seja, o primeiro ascendente dos atuais Judeus.
A benção do velho Isac seria para Esaú.
Mas a mãe dos dois gostava mais de Jacó e tramou com ele uma forma ignominiosa de enganar o velho Isac para que a benção fosse para Jacó.
Jacó tinha poucos pelos e era um moço cheiroso e perfumado, ao passo que Esaú era peludo e cheirava mal, igual a um bode velho.
Então, os dois perversos, mãe e filho, amarraram peles de bode nos braços e corpo de jacó, que se aproximou do pai, já velho e quase cego, mentindo que era Esaú e pedindo a benção.
O velho, sentido a catinga caprina, não duvidou que ali à sua frente estivesse seu filho mais velho, Esaú, e o abençoou.
Pela lei só podia haver uma benção.
O mentiroso enganador se afastou com a comparsa de sua mâe, felizes os dois por terem enganado o próprio marido e pai.
Nisso chegou Esaú e pediu a benção ao pai. O pai estranhou e disse que já o havia abençoado. Então a farsa foi descoberta, mas o velho não mais podia retirar a benção.
Estranho nesse caso é que o Deus dos hebreus convalidou o engodo a manteve a benção sobre o mentiroso.
Que Deus estranho é esse que chega a apoiar uma trapaça desse tamanho mesmo tendo sido praticada contra Isac, seu maior aliado no mundo, naquela época.
O que vale a moral a verdade e a honestidade para esse estranho Deus?
Bem, foi dessa forma que nasceu a nação dos hebreus.

Anônimo disse...

Nao precissamos ir muito longe basta lermos toda a biblia para vermos quem sao os verdadeiros racistas e ainda ate hoje se acham melhores que os outros com toda suas mesquiarias.

Anônimo disse...

Campo de exterminio existindo ou náo a verdade é que milhares de pessoas sofreram unicamente por causa do preconceito. Isso tem que acabar.

Anônimo disse...

Isso de dizer que um segmento social ou raça vai dominar o mundo não faz quaisquer sentido.
O poder de destruição mundial é colossal e está espalhado por vários países: Estados Unidos, Rússia, China, França, Inglaterra etc, etc, etc.
Parem com essa bobagem de dizer, nos dias de hoje, que Judeus conspiram para dominar o mundo. É uma tremenda tolice.

Anônimo disse...

Antes de comentar ao tópico; quero deixar claro que o ódio não leva ninguém a nada. É dificil hoje em dia alguém acreditar que não houve holocausto. Por outro lado eu não acredito nos países com os E.U.A, Inglaterra, França, Russia , China e uma minoria de Judeus corrompidos; pois dessas nações só vem desgraça em cima de desgraça. É sabido que há uma grande conspiração mundial e que muitas verdades ditas por esses países são na verdades fábulas bem arquitetadas e planejadas para enganar a população, e os interessados conseguirem seus objetivos. Agora quero deixar claro uma coisa em resposta a uma postagem que foi colocada de forma ignorante criticando a Deus no tocante a primogenitura de Esaú e Jacó, sem ao menos procurar ler e compreender a respeito das verdades bíblicas. É verdade que Rebeca e seu filho Jaco comprendiam o concerto divino conf: Gn 25:23; mas de forma precipitada os dois agiram erroneamente com trapaça; colocando a carroça na frente dos bois. Eles sofreram amargamente por conta disso, quem ler de Gn25, 26 e assim por diante, vai ver que jacó recebera a benção da primogenitura do seu pai Isaque de forma ilicíta, mas sofreu por causa disso. Esaú não era um filho obediente a seus pais e não dava valor a sua primogenitura e não compreendia o proposito divino. Jacó depois de fugir de Esaú (que pretendia mata-lo)e ser enganado por seu sogro na mesma moeda e carregar o fardo de enganador; agora teve um encontro com Deus. Jacó realmente foi abençoado por Deus somente quando resolveu confessar seu pecado e deixar de ser enganador e viver de acordo com a vontade de Deus e confiar unicamente Nele(Deus)sem precisar de trapaças. Depois quem ler os capitulos adiante vão ver Jacó mudar seu carater reencontrando seu irmão Esaú e rogando-lhe o seu perdão e se colocando como servo ao irmão mais velho(está lá para quem quiser ver nos versiculos onde Jacó se entendeu com eu irmão e sua familia se prostam como servos a Esaú.)Como verão Jacó não é mais aquele jovem trapaceiro, mas agora um homem maduro. Em Deus não há injustiça, pois Jacó só foi abençoado por Deus somente quando mudou seu caracter e resolveu viver de forma justa. Antes de criticarmos a Deus procurarmos conhece-lo,saber a verdade dos fatos. Obrigado!!!

seja homem disse...

Seu covarde imundo! Seja homem o suficiente pra assumir a sua identidade. Pessoas como vc deveriam ir para o forno, ao invés de milhares de inocentes.

Anônimo disse...

Você é um bosta alienado que acredita na mídia mentirosa e na propaganda dos bons moços salvadores do mundo que são os americanos e soviéticos, que estavam interssados apenas no grande potencial tecnológico alemão, procure pelos documentários no YouTube onde falam sobre a operação paper clip, os ingleses os soviéticos e os americanos quase se mataram disputando os cientistas a unha, graças a Otti von braum a naza existe, todos os avanços científicos devem ser merecidamente dedicado a a ele.
Durante a guerra do Vietnam os americanos e soviéticos não conseguiam distinguir os aviões de com ere porque ambos os lados tiveram acesso ao projeto do caça alemão e o reproduziram fielmente.
É vergonhoso saber que o genocídio de Dresden ficou deturpado e ocultado pelos malditos senhores do mundo que nos ditam o que deve ser considerado a verdade absoluta e quem se rebela e não aceita esta versão é considerado um nazista.
Eu sou alemão puro, todos os meus familiares são de uma cidade do interior de Santa Catarina, temos muitas crianças na família, doces e meigas educadas e comportadas, anjinhos como os da foto acima.
Me cortou o coração ver aquelas crianças carbonizadas, pobres inocentes que tiveram que pagar pela cobiça dos malditos vermes que bombardearam Dresden, eu sinto um enorme senso de justiça e um desejo enorme de que um dia essas mortes sejam vingadas.

Anônimo disse...

Engraçado foi Stálin beijar o bigode de HItler e fazer juras de amor ao nazigay
enrustido para depois ser apunhalado pelas costas. Patético

Zé Pitaco disse...

Acho que tu é um Coxinha Gay!

Anônimo disse...

Lixo é vc seu bosta